A música de James dos Reis, 26, retrata fielmente o seu percurso pessoal. O cantor português recorda-se de que começou por assimilar o gosto pelos ritmos africanos por influência dos pais, que são cabo-verdianos. “A música é uma parte crucial de qualquer festa ou reunião de família”, conta-nos.

Assumidamente tímido, revela que sempre teve um “medo enorme” de cantar até que, incentivado pelas primas, começou a soltar a voz ocasionalmente. Mas só na adolescência, aos 17 anos, houve uma tomada de consciência de que aquilo que fazia num registo de brincadeira podia tornar-se algo sério.

Em 2016, depois de uma breve experiência na boy band portuguesa No Stress, rumou a Londres em busca de novas experiências de vida. “Eu sentia que tinha de desenvolver outras competências, de forma a crescer” , explica. Logo no primeiro mês em Inglaterra, foi contactado por Agir, que lhe fez uma uma proposta para trabalharem juntos, mas o jovem ainda não se sentia preparado. “Não aceitei, mas mantive a porta aberta”.

James dos Reis sonha colaborar com Herman José, Allen Halloween, Slow J, ProfJam e Carolina Deslandes
Fotografia: Arlindo Camacho

Durante os quatro anos que viveu no Reino Unido, James reinventou-se, tendo assinado um contrato com uma agência de modelos – que continua a representá-lo internacionalmente até hoje. “É muito fácil encontrar paralelos entro os dois mundos, principalmente por causa da questão da imagem e do à-vontade em frente às câmaras”, explica.

Quase no fim deste capítulo fora de Portugal, Agir surge com um novo convite. “Eu estava no meu ginásio, num dia normal de treino, e recebo uma mensagem dele que dizia o seguinte: ‘Ainda tás com medo?’ E deu-se aquele clique. Nem tive dúvidas”. Estava assim o traçado o regresso a Lisboa, para dar mais uma oportunidade ao seu primeiro amor: a música.

James dos Reis trouxe na bagagem as suas influências, o Hip Hop e o Soul, combinadas com a multiculturalidade que absorveu na capital inglesa. Tudo isto reflete-se no seu primeiro single como artista a solo, intitulado “Toma”.
O tema conta com um ritmo contagiante e surgiu após alguma exploração em estúdio com Agir. “Estou muito feliz com o resultado final, tanto da música como do videoclipe“.

De olhos postos no futuro, o cantor tem muitos sonhos e ambições, e não tem dúvidas de que escolheu o momento e o lugar certos para concretizá-los. “A música é a minha grande paixão. Eu vim para Portugal porque quero recomeçar a minha carreira a cantar na minha língua e no meu país.”

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