
Ricardo Ribeiro: “Devemos muito às mulheres”
A propósito do novo álbum “Terra que Vale o Céu”, o fadista Ricardo Ribeiro esteve à conversa no podcast “Posto Emissor”. Quando o diálogo avançou para a canção “Do Silêncio Saímos” o músico sublinhou a importância que as mulheres têm na sua vida, enaltecendo o valor que representam na sociedade.
“Nasci de uma [mulher]… como não amar as mulheres? Tenho uma filha e uma mulher. Deve-se muito às mulheres. Os homens vão pagar uma fatura muito grande pelo que se fez ao longo dos séculos na História. (…) Essa fatura vamos ter que a pagar. Eu não gostaria que fosse uma coisa de vingança. Como diz Confúncio: ‘Quando pensares em vingança cava duas sepulturas: aquela para quem te vais vinga e a tua.’ Portanto, é preciso ter muito cuidado com esta coisa e o indíviduo de hoje não pode pagar pelo indíviduo de ontem. Agora, devemos às mulheres exatamente tudo isso. Eu devo a uma mulher ter nascido. Foi ela que me gerou e me carregou durante nove meses no ventre“
A admiração do fadista pelo sexo oposto é tal que não poupa lhe elogios:
“Uma das coisas, nas mulheres, que me deixa fascinado é a intuição. Aquela coisa do sexto sentido… Porque quase sempre acertam…“
No novo trabalho “Terra que Vale o Céu” o fadista interpreta canções escritas por Carminho, Amélia Muge ou Maria do Rosário Pedreira.
Ricardo Ribeiro: “Devemos muito às mulheres”