Outro problema: quando sente, sente profundamente. Sente até ao coração, ao fígado, aos intestinos. Sua frio. Tem insónias e pesadelos. Emagrece. Agora declarar-se, é que não!
Estranhamente, se conseguir que ele diga ‘Pronto, até sou capaz de achar que não és totalmente desprezível’, dá um bom namorado (descontando as cenas de ciúme de caixão à cova). É apaixonado, leal e sensível.
Este precisa de uma companhia forte: a sua intensidade pode assustar as almas fracas. Problema: tem de tornar-se bruxa para aprender a ler aquela cara de pedra e perceber o que é que ele tem. Se perguntar – O que é que tens? – ele responde, como as crianças: – ‘Nada.’ Olhe, nade e não se afogue (atenção: nunca lhe responda isto!)