“Devemos vestir-nos para estarmos felizes“, quem o diz é Isabel Azevedo, Country Manager portuguesa da Kiabi, uma marca francesa criada em 1978, líder no mercado têxtil. Caracterizam-na os preços baixos, a diversidade de modelos – feitos a pensar em todos -, bem como a filosofia que sustenta toda a estrutura do grupo, A felicidade fica-te bem.
E se o conceito de felicidade no trabalho é, cada vez mais, um tema discutido nas mais diversas plataformas, na Kiabi, não só é falado, como também aplicado. Colaboradores e clientes felizes são o dia-a-dia da empresa, que aposta numa estratégia inovadora que está, na verdade, ao alcance de todos.
“A felicidade é, desde logo, o ponto de partida em todas as dimensões da nossa marca: na nossa cultura e compromisso organizacional, no ambiente vivido nas nossas lojas e sentido pelos nossos clientes, na nossa atitude, orientação e dedicação aos nossos clientes bem como na escolha e definição das nossas coleções e produtos, nomeadamente nos padrões, tecidos, cores“, continua Isabel.
E onde é que começa esta escada da felicidade? “Internamente, tal traduz-se numa série de estratégias e ações para todos os nossos colaboradores – crescimento e aprendizagem, possibilidade de participação em diversos projetos internacionais -, posicionando-nos como uma marca ‘Geat PlaceTo Work’ no ranking europeu de empresas multinacionais”. Resumidamente, 81% dos colaboradores Kiabi dizem-se orgulhosos da marca. Inseridos num total de mais de 500 lojas em 15 países, entenda-se.
A nível externo, há um empenho em criar peças arrojadas, cheias de cor, adaptadas às mais diversas ocasiões e eventos, com preços baixos e desenhadas para todos – desde peças XL a uma linha adaptada a crianças com necessidades especiais, ou mesmo uma gama Eco design, que respeita o compromisso de sustentabilidade da marca.
Mas ser feliz é, também, ajudar os outros. E, nesse sentido, surge a missão social do grupo, traduzida na “Fundação KIABI, que conta com a participação de mais de 5000 colaboradores e mais de 500 projetos desenvolvidos, nomeadamente em Portugal, de apoio e divulgação de causas que podem tornar a nossa sociedade mais feliz“.
E sendo a moda francesa uma referência mundial, Isabel não tem dúvidas que a mulher portuguesa recorre cada vez mais à alta costura francesa em busca de inspiração para o próprio estilo. E o mais animador é que um “laboratório de tendências que conta com mais de 50 estilistas próprios“, permite que a marca desenvolva seis coleções por ano e mais de 100 novidades por semana a preços acessíveis. Surpreendente, no mínimo.
Seja a nível interno ou externo, a visão global da marca não parece parar de se alargar e aperfeiçoar. No passado dia 13 de setembro, as Caves Cálem, à beira do rio Douro, receberam a apresentação da nova coleção outono/ inverno da marca, subdividida em peças casual e smart. Houve fado, bacalhau e muito convívio. Mas há algo ainda melhor a chegar a solo português. Basta manter-se atenta (de sorriso no rosto, claro).