
Angelina Jolie ganhou o Oscar de Melhor Actriz Secundária na edição de 2000 pelo papel em ‘Vida Interrompida’ e ofereceu-o à mãe, Marchelline, falecida em 2007. Mas, mesmo depois, nunca procurou reaver a estatueta. “Ela não está perdida”, disse a atriz.
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Nos filmes são comuns os enredos em que o passado regressa para assombrar o presente dos protagonistas (que geralmente vivem fases felizes da sua vida). Porque a arte imita a vida, não surpreende que isso suceda fora dos ecrãs e, se estamos a falar de celebridades, em que o lado privado é escrutinado muitas vezes de forma quase cruel, mais provável se torna que incidentes de uma outra época venham ao conhecimento público.
Os problemas de adição de Angelina Jolie no passado nunca foram escondidos pela própria (que, numa entrevista em 2011 ao programa ’60 Minutos’ revelava que tinha passado por ‘tempos muito pesados, muito negros’), mas isso não impediu que um vídeo divulgado pelo Nacional Enquirer, em que se vê Jolie claramente sob o efeito de substâncias, se tenha tornado rapidamente num recordista de visualizações.
Olhos vermelhos, marcas no corpo, gestos compulsivos, num passeio frenético de um lado para o outro de um quarto de hotel: assim foi capturada em vídeo a atriz pelo seu dealer da altura.
Foi o próprio traficante, e ex-condenado Franklin Meyer, que afirmou que o vídeo de 16 minutos foi filmado com o consentimento de Jolie em 1999, depois desta o ter chamado a sua casa em Manhattan para lhe comprar heroína e cocaína.
Ao National Enquirer, contou que Angelina foi sua cliente durante muitos anos: “vendia-lhe heroína e cocaína. Um dia ela ligou-me para fazer uma entrega em sua casa. Era a forma de me dizer que queria que eu lhe levasse drogas, Nessa altura, tinha acabado de comprar uma câmara de vídeo e decidi levá-la comigo. Quando cheguei, limitei-me a dar-lhe as drogas e ela deu-me o dinheiro.” E depois ficou a filmá-la enquanto falava ao telefone (a conversa não permite saber exactamente com quem Jolie estava a conversar, mas Franklin afirma que era com o pai).
Nessa altura, de acordo com o traficante, Angelina comprava-lhe drogas duas a três vezes por semana, quando estava em Nova Iorque, gastando cerca de 100 dólares de cada vez em cocaína e heroína.
Link para o vídeo: