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Estou outra vez de babysitting ao Joaquim, filho de uma das minhas melhores amigas, e embora seja uma das minhas melhores amigas há muita coisa em que não concordamos. Uma dessas coisas é aquilo que eu posso ou não posso contar ao filho. Pronto, já concordei que posso deixar o capitalismo e Auschwitz para mais tarde, mas há outros assuntos facilmente debatíveis com quem tem 12 anos e ainda por cima é inteligente.

Pergunta do dia: ‘Porque é que te chamas Catarina?’ Como o pobre só vê desenhos animados e nunca ouviu falar da Catarina Eufémia, tive de começar pelo princípio e desatei a falar do Estado Novo, da resistência, da triste vida dos camponeses. Quando dei por mim ia embalada numa cena de crime nas searas, assassínios, sangue, dois filhos à perna, e a criança a adorar aquilo. Claro que foi contar tudo à mãe (‘Não imaginas que história gira que me contou a tia Catarina’). Responso à tia: ‘Podias não falar de assuntos tão tristes com ele…’

Fiquei de boca aberta. Então se não falarmos com eles sobre assuntos tristes, quem falará? Se não respondermos às perguntas deles, quem responde? Se não formos nós a traduzir o mundo, a treinar as emoções e a pôr a tristeza, a injustiça, a raiva e tudo isso em palavras, quem fará isso? Mas se calhar, ela é que está certa e devemos deixar que eles cresçam sem uma sombra na seara.

Da morte da avó aos dinossauros

Para tirar esta dúvida – devemos protegê-los de tudo o que é sombrio ou falar de ‘coisas tristes’ com eles – procurei outra amiga (a sorte é que as mães não são todas iguais). Sara Marques, 46 anos, professora e mãe do António, de 8, é conhecida no seu meio pelas conversas que tem com o filho. Mas ela afirma que nada daquilo é planeado. “Falar com ele não é uma coisa que me dê trabalho. Nem sequer tiro tempo para isso. Vamos os dois no carro e falamos, estamos à mesa e falamos, vamos às compras e falamos.”

Com os seus 8 anos, o António já falou com a mãe sobre a pandemia, sobre guerra, sobre os incêndios, sobre a morte. “Por volta dos 6 anos apercebeu-se de que as pessoas à volta dele podiam morrer. Houve dias em que me perguntava sucessivamente ‘Tu vais morrer? A avó vai morrer?’ Respondi-lhe que sim, que naturalmente que iamos todos morrer, mas que faria tudo para que isso acontecesse o mais tarde possível. Expliquei-lhe que, na maioria dos casos, as pessoas morriam muito velhinhas, e que mesmo quando morresse havia de estar sempre a olhar por ele e haveria alguém que tomaria conta dele. Mas esta obsessão prolongou-se durante algum tempo.”

Tudo se pode falar com todas as crianças: depende da idade e da forma como se aborda o assunto. “Por exemplo, o clássico: bebés. O António deu o sistema reprodutor na escola e um dia no carro, entre o basquete e a casa, perguntou-me: ‘Olha lá: eu já percebi que há uma semente do pai que entra no ovo da mãe. Mas como é que a semente entra? Como? Dão beijinhos, é isso?’ Expliquei-lhe adequadamente à idade dele como é que o processo se dava. Ele comentou ‘Ai que nojo’ e passou a outra coisa (risos).”

Claro que nem tudo é porta aberta: há coisas que não gosta que o filho veja. “Não vou pô-lo a ver nada muito gráfico, porque ele é visualmente muito impressionável (mas se for o ‘Mundo Jurássico’ com dinossauros a comerem as pessoas, já não se importa). Mas ouvimos noticiários na rádio e conversamos todos ao jantar. Aliás, faz-me muita confusão aquelas famílias onde as crianças jantam primeiro, como se houvesse coisas que não pudessem ouvir, como se não fizessem parte da família. Claro que há ocasiões que tenho de gerir, se eu estou a falar com o meu marido sobre alguma coisa e o António está sempre a interromper, tenho de lhe dizer ‘Agora estou a falar de outro assunto, já falo contigo’. Mas quando se aprende a conversar também se aprende a ouvir. Eles também têm de saber esperar.”

A história da bandelete

O bullying é um dos temas que mais aflige a Sara. Lembra-se quando o filho lhe contou que havia um miúdo na sala dele com excesso de peso, e na sua inocência contou tudo à mãe: ‘O Manel é tão desastrado e tão gordo que hoje até nos rimos dele na aula de ginástica’. A cena fez soar a campainha de alarme no ‘sistema anti-bullying’ da Sara. “Fiquei a pensar naquilo e mais tarde chamei o António e disse-lhe: ‘Sei que não fizeste por mal, mas quero que penses como é que tu te sentirias se os outros se rissem de ti por algum motivo. As pessoas não têm culpa de serem como são’. Claro que depois não massacrei mais, mas fico atenta para tentar perceber se acontecem situações semelhantes.”

Noutra ocasião, o bullying inter-pares voltou-se contra o próprio António. “Ele tem uma franja que lhe cai nos olhos e um dia foi para a escola de bandelete porque lhe dava jeito para segurar o cabelo”, lembra a Sara. “Voltou de lá a protestar que os outros meninos se tinham rido dele porque diziam que a bandelete ‘era coisa de menina’. Respondi-lhe: ‘Quando te disserem ‘isso é coisa de menino’ ou ‘isso é coisa de menina’, lembra-te sempre: isso não existe. Cada um pode escolher o que quer fazer e como se quer vestir. Essa ideia de que os meninos não podem usar bandeletes, usar brincos, pintar as unhas, isso não existe. Tu usas o que quiseres.”

Há um ‘mantra’ que Sara faz questão de passar ao filho: “Pensa pela tua cabeça. Se te aborrecerem seja pelo que for, pergunta a ti próprio: tu o que é que achas? As pessoas podem meter-se contigo, mas o poder é teu. Se achares que aquilo é um total disparate, isso não te vai afetar, e tu nem tens de responder, só tens de virar costas’.

Ah, no dia seguinte o António voltou a levar a bandelete para a escola. ‘A bandelete estava na mesa, ele pegou nela e põ-la. E nunca mais falámos sobre o assunto. Mas se ele não quisesse levá-la, nunca o obrigaria a uma coisa que o deixasse desconfortável. Aliás, a escola dele é conservadora mas devo dizer que é muito atenta a estes assuntos de bullying. Aliás, apesar de eu não ser católica escolhi uma escola católica porque tem o tipo de valores básicos que eu gostava que o meu filho tivesse. Mas falei com a escola antes e disse-lhes diretamente: ‘Olhem, eu penso assim e assim sobre estes assuntos. Antes de o meu filho entrar aqui, quero saber qual é a vossa posição acerca disto.’ E nunca tive qualquer problema.”

O que é de menina e o que é de menino

O debate sobre género está muito na ordem do dia, mas nem todas as mães têm problemas com isso. “Ainda ontem andavam todos entusiasmados com uma caderneta de cromos com cãezinhos, até que um deles comentou outra vez ‘isso é coisa de menina’”, conta Sara. “E eu perguntei ao António: ‘E tu o que é que achas?’ E ele respondeu: ‘Acho que é uma parvoíce. Os cãezinhos são giros, nós gostamos, não vejo porque há de ser coisa de menina’.”

Sara afirma que pessoalmente não gosta de falar sobre racismo, homofobia, ou preconceito seja ele qual for. “Por uma razão muito simples: não devia sequer ser preciso falar sobre isto. Uma vez estava à mesa com uns amigos e alguém perguntou, ‘Então António, já tens namorada?’ e eu acrescentei ‘Ou namorado’. Para o meu filho, há namorados com namoradas, namoradas com namoradas e namorados com namorados, mas isto não é ‘para o meu filho’, o mundo é assim. Não percebo qual é o drama disto tudo. E na cabeça dele também não há qualquer estranheza. Apesar de ser um pinga-amor com as meninas (risos).”

Porque temos tanta dificuldade em falar com os miúdos? “Há muita gente que não conversa com os filhos. Não sei porquê. Ou então, a única interação com eles é para lhes dar ordens ou indicações, para lhes ralhar ou para os servir. Faz os trabalhos, queres frutinha, já lavaste os dentes. É uma relação meramente operacional. Depois os miúdos crescem sem mundo, sem opiniões, sem aprenderem a pensar pela própria cabeça, sem formarem um raciocínio.”

Já se percebeu que também há pais que gostam genuinamente de conversar com os filhos. “E eles têm tanto para dizer! Os miúdos têm imensa conversa, se a isso forem habituados. Senão, é uma relação que se esgota em pouco tempo. Há amigas minhas que dizem ‘vou metê-los na cama às 7 e meia’. É a ideia de se ‘despachar’ o miúdo. Mas eu não o tive para o ‘despachar’. Fui mãe muito tarde, e quando tive o António sempre achei que me ia divertir. E divirto.”

Não tem saudades dos tempos ‘pré-conversas difíceis’. “Claro que há coisas que deixei de fazer, não saio nem vou jantar fora tanto como fazia dantes, mas sei que daqui a uns anos vou voltar a fazer tudo isso. Os filhos crescem tão depressa que estes anos em que ele gosta de ficar no carro ou à mesa a falar comigo vão ser curtos…”

A era da positividade tóxica

Esta é a visão de uma mãe, mas será que os especialistas pensam da mesma maneira? Procurei a Alexandra Barros, psicóloga e uma das pessoas com mais bom-senso que conheço, e pus-lhe a mesma pergunta que fiz à Sara: afinal, devemos falar de tudo com as crianças?

“Até certa idade é claro que as crianças devem ser protegidas de conteúdos mais gráficos mas aos 10, 11 anos já não são assim tão inocentes e hoje têm tanto acesso a tudo que quando sentem que não há abertura para falar de temas que os incomodam ou assustam, sentem-se muito sozinhos”, resume. “Se fazem uma pergunta e os pais respondem ‘quando fores mais velho falamos sobre isso’, ou ‘isso não é para a tua idade’, os miúdos ficam muito intranquilos quando por vezes uma resposta simples teria sido o suficiente.”

Lembro-me de alguém dizer que uma criança, se tem idade para fazer a pergunta, tem idade para ouvir a resposta… “Tal qual” confirma Alexandra. E um dos problemas de deixar as crianças sem essa resposta é que desatam a fantasiar cenários que até podem ser mais catastróficos que a realidade. “Porque a nossa tendência humana é preencher os espaços em branco das coisas que não sabemos com algo ainda pior”, explica Alexandra Barros. “Eles pensam ‘se não me querem falar disto, então é porque deve ser mesmo mesmo mau’.”

Segunda pergunta: para ter estas conversas incómodas deve-se esperar que eles façam perguntas? “Depende da idade, mas em temas ‘difíceis’ como a morte, a guerra, as catástrofes, o sexo, geralmente é boa ideia deixar que sejam eles a dar o pontapé de saída, de outra forma poderemos estar a dar-lhes informação que eles ainda não sabem digerir.”

Terceira dúvida: já que vamos falar, como é que vamos falar? “Não se deve fingir que não se está preocupado ou triste, se for esse o caso”, defende Alexandra. “Estamos na era da positividade tóxica, em que ninguém tem direito a sentir tristeza ou medo ou preocupação, e entramos muito em ebulição com o nosso turbilhão emocional. Mas é ok mostrar que estamos tristes, que este assunto nos preocupa, e mesmo que não sabemos bem o que fazer com essas emoções. Os pais também não têm de se mostrar alegres e felizes, porque o medo e a tristeza e a frustração existem. As emoções são adaptativas: elas existem porque nos ajudam a sobreviver e a lidar com o nosso meio.”

Tudo começa com os nossos medos

Logicamente que toda a gente quer que os filhos sejam felizes. “E até certa idade é de facto bom que eles tenham uma visão cor de rosa da vida, para que sintam que é seguro crescer”, explica Alexandra Barros. “Por exemplo, quando há pais separados e um deles desinveste na relação com a criança, até certa idade deve-se proteger o filho mantendo uma imagem positiva do pai ou mãe, mas a partir dos 10, 11 anos podemos começar a ser mais realistas.”

E há muitas maneiras de falar de assuntos difíceis. Até porque, quando são muito pequenos e ouvem por exemplo notícias sobre a guerra, acham logo que também vão ser bombardeados, e deve-se passar a ideia de que estão longe e nada lhes vai acontecer. “Aliás, curiosamente quando as crianças são mais pequenas o seu maior medo é que aconteça alguma coisa aos pais, e não a elas.”

Esta aflição dos pais também tem a ver com a nossa dificuldade em falar de certos temas. “Temos dificuldade em falar dos nossos próprios medos, tristezas, inseguranças, ignorâncias, preconceitos. E principalmente da morte, um dos temas que preocupam quase todas as crianças.”

Podemos devolver-lhes as perguntas e tentar saber de onde é que vêm e o que é que eles já sabem sobre o assunto. Porque é que fazes essa pergunta, porque é que queres saber, ouviste isso nalgum lado? “E devemos se possível dar informação direta, simples, e só ao que a criança está a perguntar. Se ela quiser saber mais, perguntará mais. E se não se responder, ou insistem, porque percebem que ali há gato, ou deixam de perguntar e sentem-se bastante sozinhos. Mais do que os assuntos difíceis, o que angustia a criança é ficar sozinha com esse escuro.”

Também não faz mal assumir que não sabemos responder. Se a resposta não é clara para nós, podemos dizer ‘olha não sei, mas podemos tentar descobrir juntos’. Porque o mundo não é confuso e misterioso apenas para as crianças, muitas vezes também o é para os adultos. “ Mas se nos recusamos a falar sobre certos assuntos, corremos o risco de se interessarem ainda mais por aquilo do que se lhes respondermos simplesmente”, nota Alexandra Barros. Pois… Toda a gente sabe que uma criança é por natureza uma caçadora de tabus: quando um assunto não é respondido, ela intui que ali há gato e põe-se a investigar ainda mais. Se lhe respondermos, o assunto fica arrumado.

O assunto que continua mais tabu, por estranho que pareça, ainda é o sexo. “E outra questão cada vez mais preocupante é que a quantidade de miúdos que no início da sua sexualidade vão buscar a sua informação à Internet”, nota Alexandra. “Nós esquecemo-nos que eles hoje têm uma quantidade enorme de informação à disposição deles. Os pais até podem pensar que controlam aquilo que eles vêem mas não controlam. Cabe todo o tipo de coisa dentro de um telemóvel. E os miúdos iniciam a sua sexualidade pensando que é aquilo que deve acontecer: violência, degradação, subjugação do outro.”

Ver ou não ver o telejornal

E afinal, para terminar, a pergunta fulcral: eles podem ou não ver o telejornal? “Mais uma vez, depende da idade. Se são crianças pequenas acho bem que não vejam, aliás a exposição a todos os ecrãs em idades precoces deve ser evitada. Quando já são mais crescidas, mesmo assim não devem ter uma exposição desacompanhada. Claro que com os adolescentes isto é difícil, porque passam muito tempo fechados nos quartos, mas numa situação em que pais e filhos assistem às notícias, é uma boa altura para falar sobre muita coisa. ‘Já ouviste falar sobre isto?’ ‘Que achas que se está a passar?’”

Ou seja: em vez de desligar a televisão, os pais podem puxar assunto em vez de esperarem que eles falem. “O que eu acho em todas as idades é que nunca se deve ver o telejornal enquanto se janta, que é um hábito muito português” acrescenta Alexandra Barros. “Lá está, pode-se aproveitar aquela hora para conversar mais, para contar como é que correu o dia.”

E se tem em casa um calado em vez de um fala-barato, existem ‘desbloqueia-conversas’ como: ‘se fosses presidente da república, que medidas tomavas?’ ‘o que farias para resolver esta situação?’, ‘O que é que os teus amigos acham disto?’ “Às vezes os adolescentes têm dificuldade em falar de certos assuntos quando intuem ou antecipam que os adultos vão ter uma opinião contrária à deles”, defende Alexandra Barros. “E portanto evitam falar de muita coisa. Por isso os adultos devem ter acima de tudo uma postura de escuta porque os miúdos precisam que os escutem. A frase ‘quando fores grande vais perceber’ desvaloriza totalmente a partilha. Em vez disso, os adultos devem partir de uma posição de humildade.”

Faz parte da adolescência este fechamento da família, numa altura em que eles desvalorizam os pais em relação aos amigos. “Mas se houver uma conversa que não é um julgamento, que não é uma desvalorização, que é atenta, apesar de tudo eles comunicam mais. Apesar disto, os pais devem ter em atenção que não é suposto serem amigos dos filhos. Um pai tem de mostrar os limites da realidade. Por isso é que temos uma geração que precisa de validação externa para tudo, que não tem autonomia emocional e não sabe lidar com a frustração.”

Portanto, em resumo: falemos com eles sim, porque os pais devem ser a nossa ‘almofada’ no embate com o mundo. Se lhes tiramos isso, quem há-de guiá-los nos caminhos mais escuros?

5 medos comuns

Segundo a Understood, uma ONG americana dedicada a crianças com necessidades especiais, há alguns medos infantis muito comuns e menos óbvios:

1 – Medo de falhar – O que é uma pescadinha de rabo na boca: quanto menos se tenta menos se conquista o medo.

2 – Medo de exposição social – O que é que os outros vão pensar de mim?

3 – Medo de não estar à altura – Das expectativas e sonhos dos pais, por exemplo.

4 – Medo de ser ‘descoberto’ – Seja qual for a sua diferença, por muito pequena que possa parecer, têm medo de não ser aceites no grupo.

5 – Medo do futuro – Quer seja do teste de amanhã ou de não conseguir entrar na universidade daqui a uns anos.

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