Foto Pexels/Karolina Grabowska

Se dou um urso ao João, tenho de dar uma boneca à Maria? E se dou um carro ao João, dou o mesmo à Maria? Ser ‘monetariamente’ justo nem sempre é fácil e pode causar conflitos dentro da família… que muitas vezes nada têm a ver com dinheiro.

“Quando o meu irmão mais novo fez 18 anos, o meu pai deu-lhe um carro”, conta Joana H. “Eu era mais velha que ele dez anos, e a mim ninguém me deu nada. Se quis alguma coisa (carro, casa) tive de trabalhar. Mas o menino, só porque era mais novo, teve tudo. Claro que, dez anos depois, não tive ‘lata’ para pedir ‘retroativos’.” Todos os pais defendem que se deve dar igual aos filhos, desde o carrinho de brincar até ao carro a sério. Mas será que depois, de facto, cumprem? E será que o devem mesmo fazer?

“A experiência depois é diferente da teoria. E essas mágoas entre irmãos perduram toda a vida. Já são adultos e ainda estão a dizer ‘pois, a ti o pai deu-te um carro e a mim não”, confirma Bárbara Barroso, jornalista especializada em economia e finanças pessoais, autora do livro ‘Tempos complicados, soluções simples’ e criadora do site MoneyLab, um instrumento precioso para aumentar a literacia financeira das famílias.

“Gerir esse equilíbrio é muito importante, porque mesmo no silêncio, nós, crianças, sentimos coisas que nos marcaram e nunca dissemos aos pais. Por exemplo, um dia o meu avô ofereceu um carrinho a pedais a todos os netos, menos a mim. Aquilo magoou-me, e muito. E demorei mais de 20 anos a perceber porquê: ele só ofereceu aos rapazes. Mas eu senti aquilo toda a vida como uma exclusão. E só percebi isso depois de ele morrer.”

Voltemos à pergunta de base: devemos dar o mesmo a todos os filhos? Há quem pense… que não. “Os filhos são diferentes, têm necessidades diferentes, logo não precisam de receber as mesmas coisas”, explica Eliana Vilaça, psicóloga clínica e psicoterapeuta. “Mas a maior parte dos conflitos a respeito desta questão tem a ver com o facto de se confundir dinheiro e presentes com afeto, atenção, disponibilidade. Os filhos precisam de sentir que os pais estão igualmente disponíveis. Mas se as suas necessidades são diferentes, o adequado é dar de forma diferente.”

QUANTO VALE UM PRESENTE?
Mas vamos lá às questões práticas: eu tenho dois filhos, o João e a Maria. Se dou um brinquedo a um, devo dar o equivalente a outro?
“Não, necessariamente”, reforça Eliana Vilaça. “Se os pais decidem presentear os filhos, podem fazê-lo de formas diferentes. O que é mais importante é sentirmos que quem nos presenteia se lembrou de nós, que nos conhece bem e sabe do que é que gostamos. Os presentes também devem ter um caráter ‘especial’, se forem dados por tudo e por nada, deixam de nos fazer sentido. Assim, o importante num presente é que vá ao encontro da nossa individualidade. Se recebemos um presente igual ao do nosso irmão, provavelmente vamos ficar insatisfeitos. Por isso, o valor monetário do presente é quase irrelevante.”
Pois… Mas será simpático dar um presente aos dois, mesmo que não seja ‘a mesma coisa’, ou de certeza que vai haver ressentimentos…
Parabéns! O meu João faz anos! Hmmm: devo dar também um ‘presente de consolação’ à Maria?
“Nem pensar”, defende Eliana. “Desde quando é que as crianças devem ser consoladas ou compensadas no aniversário dos irmãos? Quando os irmãos fazem anos, as crianças devem sentir-se felizes e não lesadas. Isto é sobretudo uma ideia dos pais, que se sentem culpados, ou que eles próprios se sentiram negligenciados face ao irmão e tentam corrigir isso com os filhos, mas está errado. Se passamos às crianças a ideia de que precisam de ser consoladas quando os irmãos fazem anos, estamos a alimentar sentimentos distorcidos, não os estamos a ensinar a dar, tão importante quanto receber.” O que os pais podem fazer: envolver os irmãos na preparação da festa e incentivá-los a comprar um presente para o irmão: “As crianças ficam muito mais felizes quando têm um presente para oferecer do que quando recebem presentes nos anos dos outros.”
Se um dos irmãos tiver 4 anos e o outro tiver 16? Se o de 4 recebeu um urso, o de 16 tem de receber alguma coisa? “Porque é que tem de ser assim? Nós, filhos, podemos passar numa loja, ver uma coisa que nos faz lembrar a nossa mãe, compramos e oferecemos-lhe. Temos de comprar alguma coisa para o pai? Não. E os filhos também não devem andar a fazer contas nem a fiscalizar o que é que recebe um e outro.”

OS PAIS NÃO SÃO NENHUMA INSTITUIÇÃO BANCÁRIA
Ok, os meus filhos cresceram. Agora, um quer muito ter um videojogo novo e o outro quer muito ir acampar com os amigos. “Se os pais têm o dinheiro para o videojogo e conseguem que o 2.º filho vá ao acampamento, estão a ser equitativos”, confirma Eliana Vilaça. “Por outro lado, às vezes os presentes e as outras coisas que os pais dão também devem ser conquistadas. Mas, por exemplo, se os pais se comprometeram a presentear os filhos quando acabam a licenciatura, devem fazê-lo a todos os filhos de forma mais ou menos equivalente. Mesmo que um dos filhos decida ir fazer um curso profissional, no fim desse curso deve receber um presente, tal como o outro quando acabar a licenciatura.” Igual para todos…
Imagine que eu dou um carro ao João. Quando a Maria fizer 18, devo dar-lhe um carro também a ela? Adivinhem lá: não necessariamente, até porque os pais não são a Santa Casa e não têm de dar nada a ninguém. Mas imaginemos que eu sou uma boa alma (e rica) e lá dou um carro ao mais velho. “Porque é que deu um carro ao João? Porque ele estudava longe e precisava de se deslocar?” Não. Porque me apeteceu. “Mas quando a Maria fizer 18 anos pode precisar mais que lhe paguem as propinas, ou um curso de inglês. E se o irmão já for mais crescido pode comprar o seu próprio carro e deixar esse carro para a Maria. Ou seja, a questão não está no valor monetário das coisas, mas no quanto elas correspondem às nossas necessidades.”

Pois, mas vá dizer isso à Maria… “Imagine que os pais fizeram um grande sacrifício para dar um carro ao João e agora não têm possibilidades de dar à Maria o que ela precisa, então o João pode ajudar os pais a ajudar a Maria. Pode, por exemplo, devolver o carro aos pais, para que eles possam vendê-lo e ajudar a Maria no que ela precisar. Os pais não são obrigados a dar carros nem casas, muito menos devem ficar reféns de ideias de justiça financeira e equidade. O dever dos pais é dar aos filhos as oportunidades para terem uma vida favorável ao seu desenvolvimento mas também à sua autonomia e, aí sim, devem ser justos e equitativos. Desde que os filhos sintam que os pais fizeram os possíveis para ajudar no que eles precisaram, então não se devem pôr a fazer contas do que receberam.” Não conhece a minha Maria…

O MEU IRMÃO MERECE MAIS PORQUE É CASADO?
Esqueçamos agora o João, a Maria e os carros, e passemos a uma história comum a muitas amigas minhas, solteiras e sem filhos. Os pais fartam-se de dar ajudas aos irmãos casados, com a desculpa de que eles, como têm família, ‘precisam mais’. Elas sentem-se preteridas, porque, como não têm ninguém a cargo, não ‘precisam’ de nada…

É justo que elas recebam o mesmo que os irmãos? Elas dizem: “Não é que eu queira o dinheiro dos meus pais, sou independente, mas se o meu irmão recebe presentes, sinto-me injustiçada”. Isto é legítimo?
Eliana concorda: “Há muitos pais que são de facto injustos e tendenciosos, e não apenas com o dinheiro. Isto é horrível de se dizer, mas é verdade. Há pais que claramente tratam os filhos de formas diferentes, desde sempre, muitas vezes sem se aperceberem. Isso não surge só no dinheiro, nota-se também na forma como falam dos filhos, como se disponibilizam para uns em detrimento dos outros.”

Ou seja: o problema aqui não está apenas nas injustiças do ponto de vista financeiro, mas na injustiça em termos de afeto. “Quando os pais fazem distinção entre os filhos estão a fazer mal aos dois. Muitas vezes, estas discrepâncias assentam em convicções e preconceitos absurdos: há pais que ajudam mais as filhas porque as veem como mais frágeis, ou ajudam mais os filhos casados porque têm a família a cargo e esquecem os outros, que podem não ter família mas não é por isso que devem ser deserdados. Há pais que não dão nada aos filhos porque acham que eles têm de passar dificuldades para aprender com a vida. Há situações muito perversas, mesmo que os pais não se deem conta disso: há, por outro lado, pais que dão tudo aos filhos, não os reconhecem como adultos e capazes de conquistar as suas próprias coisas, e o que muitas vezes encontramos por detrás disto são pais muito controladores e o desejo de ter filhos dependentes. É muito mais saudável que os pais possam presentear os filhos, de preferência de forma igualitária, mas que também os incentivem a conquistar as coisas.”

DAR COM BASE NAS NECESSIDADES
Uma coisa que sempre senti por trás destas exigências de dinheiro: os filhos que mais exigem, em termos de dinheiro, são os que menos receberam afetivamente. O dinheiro pode tornar-se uma compensação, até para os filhos.

Eliana Vilaça confirma a ‘teoria’: “Há pais que dão um carro a cada filho, dão uma entrada para a casa, mas depois nunca se sentam com eles a conversar, nunca os levaram ao parque, nunca ouviram a banda que eles adoravam, não sabem bem o que é que os filhos fazem no trabalho, etc. Podem ser financeiramente equitativos, mas se são distantes os filhos estarão sempre insatisfeitos.”
Quando as relações familiares são saudáveis, os pais dão de forma equilibrada, com base na necessidade dos filhos: “Sem excessos e sem aprisionamentos a ideias de equidade ou de injustiças. Os pais são sempre injustos, e os filhos também. Mas quando a relação é de qualidade, isto tolera-se.”

Ou não… imagine que eu me sinto injustiçada, como as minhas amigas de há bocado. Devo queixar-me? “Tanto os pais como os filhos devem ser capazes de expressar o que sentem quando sentem que estão a receber de forma desequilibrada (nunca o receber monetário, mas sim afetivo)”, nota Eliana. “Quando os irmãos são saudáveis, se sentem que há injustiças, equilibram isso entre eles, ajudando-se ou dando ao irmão o que receberam a mais. o que tem que ser equitativo é o afeto e a disponibilidade. Além disso, dar e receber não é unilateral, de pais para filhos. Os filhos devem ser capazes de receber presentes e ser ajudados pelos pais, mas também de se ajudarem entre irmãos e claro ajudar os pais quando for preciso, sobretudo os filhos adultos.”

O DINHEIRO DEVE SER DISCUTIDO EM FAMÍLIA

A especialista em economia Bárbara Barroso defende que, se o seu irmão teve tudo e você se sente injustiçada, tem o direito de expressar a sua mágoa. “Deve fazer sentir que está magoada e os pais devem estar recetivos. Os filhos são o espelho do comportamento dos pais. se me queixo aos meus pais e eles responderem com agressividade, comportamento gera comportamento: ou se gera uma revolta ou nunca mais o filho abre a boca. Isso cria distanciamento e no futuro pode dar problemas maiores de que ele não se queixará.”


Como é que se previnem estas situações? “Conversando e discutindo em família”, sugere a economista. “O dinheiro não pode ser tabu nem fonte de sofrimento se for incluído na rotina de todos os dias desde que as crianças são pequenas, para que elas se habituem a lidar com as suas finanças naturalmente e sem dramas.”
Segundo conselho: “Fazer uma poupança desde que as crianças são pequenas, para que possam depois, em jovens ou adultos, decidir em conjunto o que querem fazer a esse dinheiro. Assim, os dois irmãos terão igual quantia no banco.

Ou seja: tudo aquilo que é possível tornar equitativo as semanadas, as mesadas, os presentes deve sê-lo.” Claro que, por exemplo, um filho pode ter o direito de sair à noite e os outros ainda não. Se não têm as mesmas idades, não tem de dar ao mais novo o dinheiro equivalente ao que deu ao mais velho para sair à noite, que seria absurdo. mas cuidado com o futuro: está a gerar expectativas que terá de cumprir com o mais novo. “Mesmo assim, existe um código de conduta: a mãe permite sair à noite, mas só se… se tiveres boas notas, se fores digno de confiança. Ou seja, o dinheiro dos pais não é um direito adquirido.”
O problema é que, mesmo quando somos adultos, o dinheiro é muitas vezes equacionado com amor paternal: daí que os pais devam fazer o possível por dar equivalente a todos, sim.


FINANÇAS EM FAMÍLIA
. Discuta o orçamento familiar… em família, aconselha Bárbara Barroso, do site moneylab.pt. “Se as decisões forem tomadas por eles, deixam de ter argumentos contra.”
. Dê-lhes algum poder. “Tens aqui esta lista e 20 euros, faz-me estas compras e o troco é para ti.” Vai ver os caça-pechinchas em ação!
. Ponha-os a trabalhar nas férias. A partir dos 12 anos há coisas simples que podem fazer. Não recompense tarefas caseiras, como pôr a mesa, isso são obrigações deles.
. Além de poupar, investir e gastar, encoraje-os também a doar o seu dinheiro a quem mais precisa.


E VOCÊ, QUE FARIA?
O site ask.metafilter.com propôs esta situação verídica aos seus leitores: a sua mãe morre e deixa-lhe algum dinheiro. Você tem dois filhos adultos: um tem dificuldades financeiras, o outro não. Dá igual aos dois? As respostas à ‘situação’ chegaram quase todas à mesma conclusão: provavelmente, seria legítimo a mãe ajudar mais o filho com menos posses. Segunda conclusão: o outro filho tinha o direito de se sentir magoado, até poderia dizê-lo à mãe, mas não tinha nada que se queixar, porque, até ver, o dinheiro era da mãe, e esta podia fazer com ele o que bem entendesse. E foi o julgamento popular. Atenção que a lei não funciona assim…


‘GESTÃO DANOSA’ NEM SEMPRE É CRIME
Como se envolve os jovens na vida financeira da família? “Dando-lhes a capacidade de gerir o seu dinheiro: e não os criticar quando falham”, explica a jornalista especialista em economia Bárbara Barroso. “Em Portugal, falhar é visto como algo muito negativo, enquanto para os americanos é encarado como um passo para o sucesso. Um alerta não é criticar. Não diga coisas como ‘Pois, gastaste o dinheiro todo, achas que eu ando a trabalhar para te sustentar?’ Isto não passa de frustração descarregada nas crianças.”

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