
Vejamos porquê. Na astrologia é necessário criar o instrumento de leitura – fazer o mapa astral; no tarot o mesmo sucede , o tarólogo tem de deitar as cartas e só depois pode fazer a leitura , o mesmo acontece com outros oráculos ( Runas , búzios , I ching… ). Na Quiromancia basta saber ler a mão; a base de leitura não depende de ninguém, não é falível, está criada e preparada para a interpretação.
O problema da quiromancia em Portugal é que há poucos estudiosos do tema e a leitura de mãos foi, à semelhança de Espanha, popularizada nas ruas sem credibilidade. Há uns anos encontrei um excelente quirólogo que ainda hoje trabalha comigo nas Cartas da Maya, Jorge Romão e cuja consulta recomendo. Mas o que se pode obter através da Quiromancia? Sobretudo um melhor conhecimento de si próprio e a melhor forma de enfrentar acontecimentos vindouros. Com um razoável e melhorado conhecimento de si próprio, cada um pode transformar inseguranças e dar passos mais acertados.
A Quiromancia é dos poucos oráculos que pode ser usado em proveito próprio; basta olhar para a própria mão e ter ao lado um bom manual de quiromancia para obter preciosas informações. Cada mão é única; cada indivíduo, um universo.
A leitura da mãos é efectuada nas duas mãos; a direita é a mão activa , a esquerda a passiva – se for esquerdina , a situação inverte-se. A mão activa revela a personalidade visível e prática; a esquerda revela o lado oculta e potenciais por revelar. A mão passiva é a que deve merecer maior atenção do intérprete pois será a que permite maiores revelações.
Se nunca se aventurou no munda da Quiromancia deve fazê -lo !