
Laissez Faire é um projeto cultural à responsabilidade de Martim Dias, que surgiu em 2012, com o grande objetivo de promover artistas portugueses, através da criação de canais que conduzam à sua divulgação. Sendo que a primeira edição desta iniciativa ocupou a empresa Felisberto Oliveira Lda., uma oficina de molduras centenária de Victor Guedes, na cidade do Porto.
O estrangeirismo ‘Laissez Faire’ significa ‘deixar fazer’, que transmite a ideia de que o artista produz e expõe, livre e independentemente, a essência do seu trabalho.
O principal objectivo deste projecto é olhar para a actividade cultural com um futuro! Para que possam emergir novos artistas, e por conseguinte, novos críticos de arte.
A cada edição desta mostra de arte as áreas artísticas exploradas variam. Na primeira edição, a pintura, o vídeo, a fotografia, a escultura, a joalharia, a instalação, a música, a literatura e a performance foram as primeiras áreas a serem exploradas.
No âmbito da livre criação, a Laissez Faire já reúne nomes de importantíssimos artistas da arte portuguesa e internacional, procurando geral o diálogo, com um propósito crítico, construtivo e criador de sinergias, para que se abranja diferentes gerações e setores artísticos.
Acácio de Carvalho; Almada Negreiros; Ana Silva; André Cepeda; Ângela Berlinde; Ângelo de Sousa; António Cruz; António Gonçalves; Carlos dos Reis: Carlos Lobo; Cristiana Jacinto; Eduardo Batarda; Eduardo Verde Pinho; Fernando Sebastião; Gerardo Burmester; Gil Madeira; Isaque Pinheiro; Hélder de Carvalho; Joana Rêgo; João Leal; Júlio Resende; Luísa Gonçalves; Nadir Afonso; Nikias Skapinakis, entre outros.
As futuras edições do Laissez Faire já têm organização e produção e irá repetir-se no espaço da Felisberto Oliveira, Lda., contanto, novamente, com o apoio de Victor Guedes. Esta II edição destaca-se pela apresentação da nova marca LikeArte. Com o intuito de dar continuidade ao trabalho da oficina de molduras.