Woman white panties with glitter on pastel colorful background. Menstruation, woman’s health, virginity, first sex. Conceptual minimal still life

“As palavras que usamos contam uma história. O esforço que fazemos para as evitar também.” Li esta citação, da antropóloga Alma Gottlieb, no livro ‘Não é só sangue’, de Patrícia Lemos, educadora para a saúde menstrual. Duas frases curtas e simples que espelham bem como a menstruação tem sido um tabu em muitas sociedades, e também na nossa, ou não teríamos tantas expressões eufemísticas para a substituir – ‘a história’, ‘aquela altura do mês’, ‘o chico’, ‘o benfica joga em casa’ – ainda nos dias que correm.E
m média, as mulheres passam mais de 2500 dias – cerca de 7 anos – a menstruar. Como é que algo tão importante nas nossas vidas, algo tão comum e normal a milhões de mulheres, pode ainda ser tão estigmatizado e envolto em tabus?

Tabus a quanto obrigam
A menstruação é composta por sangue normal e tecido uterino, mas ao longo da história e em vários pontos do globo acreditou-se (e em muitas comunidades ainda se acredita) que só a presença de mulheres que menstruam podia ser prejudicial a plantas, envenenar comida e matar gado. No norte do Nepal, em algumas comunidades nos Himalaias, ainda hoje as raparigas e mulheres são obrigadas a sair de suas casas quando lhes vem o período, para irem dormir, isoladas, em cabanas minúsculas e pouco ventiladas, pois são consideradas sujas e tóxicas nesta altura do mês. As mortes por envenenamento de serpentes, frio, ou inalação de fumo (porque tentam aquecer-se com pequenas fogueiras mas os espaços são tão exíguos que a ventilação é praticamente inexistente) são tão comuns que esta prática foi proibida, mas em locais mais remotos daquele país continua a existir. Aqui acreditam que se as mulheres que menstruam dormirem em suas casas um tigre irá atacar a sua família, que o ‘chefe’ da casa ficará muito doente ou que a casa vai incendiar-se. Devido a estes mitos, elas trabalham durante o dia – ah, sim, não dispensam a sua mão de obra – mas à noite vão para as tais cabanas minúsculas chamadas chhaupadi. E estas crenças não são exclusivas do Nepal, também na Índia e algumas zonas rurais da Etiópia as mulheres quando menstruam são obrigadas a sair de casa nesta altura do mês, expondo-as aos mais diversos perigos. Em algumas localidades do Afeganistão, as raparigas e mulheres são também proibidas de se lavar durante o período menstrual porque acreditam que pode levar à infertilidade ou então porque o seu sangue vai contaminar as fontes de água. Na Bolívia, em zonas mais remotas, ainda há quem acredite que quando alguém toca em sangue menstrual pode ficar com cancro, e no Japão, até há pouco tempo, era vedada a profissão de chefs de sushi às mulheres porque se acreditava que nos dias em que menstruavam elas perdiam o olfato e o paladar.

Pensei que ia morrer”
Não foi assim há tanto tempo que, no nosso país, ainda se acreditava que as mulheres não podiam lavar a cabeça durante o período, ou não podiam fazer bolos porque a massa talhava. Se perguntarmos a mulheres da idade das nossas avós e mães como foi o seu primeiro período menstrual – raras são as mulheres que não se lembram –, percebemos que muitas delas não tiveram a vida facilitada. “Sabia lá eu o que era o período! Tinha os meus 12 anos quando vi sangue ao fazer xixi e pensei que estava a morrer. Fui a correr ter com a minha mãe, aterrorizada, e ela mandou-me calar. Num sussurro, lá me disse que o sangue era normal, que viria todos os meses durante uns dias, que era sinal que eu já era uma mulher e podia ter filhos. ‘Agora precisas de ter juízo com os rapazes’, disse-me ela. Eu pensava lá em rapazes! Fiquei traumatizada com aquilo, pensei mesmo que estava a morrer! As minhas irmãs mais novas felizmente já sabiam o que era porque viram a minha aflição e perguntaram o que eu tinha. Lá com muita vergonha contei-lhes o que a mãe me tinha dito. Quando foi a vez delas, já não ficaram assustadas. E tenho a certeza de que a minha mãe ficou aliviada por não ter de voltar a ter a mesma conversa. Era uma mulher de poucas falas. Quando tive a minha filha, fiz questão de a avisar”, conta Maria José Pinheiro, de 85 anos. A filha, Ana Maria, 58 anos, recorda-se do dia em que lhe veio o período, “não fiquei assustada mas detestei o que a minha mãe me disse, que eu já era uma mulherzinha e que tinha de ter cuidado com os rapazes porque já podia engravidar. Só mais tarde, lá para os 14, é que me senti mais orgulhosa porque isso era sinal de pertencermos ao grupo das crescidas. Embora percebesse que a minha mãe não se sentia muito à vontade para falar do assunto, agradeço o facto de ela ter falado comigo antes de ser menstruada”.

Emojis, Pantone e docs
Desde há uns anos a esta parte que as mentalidades estão a mudar, devagarinho, mas a mudar. As crenças vão-se esbatendo e há mais abertura para falar sobre este assunto entre mães e filhas e mesmo em sociedade. Nunca, como agora, houve tanta apetência para este tema ser encarado com normalidade. Tanto que no final de 2019 finalmente surgiu um emoji – pingo de sangue – para a palavra menstruação. E sabemos como a linguagem de emojis é importante para os mais jovens, para que possam falar com mais à vontade sobre o tema. Já em 2020, a empresa sueca de produtos de higiene femininos, Intimina, juntou-se à americana Pantone para criarem um novo tom de vermelho – Vermelho Período – inspirado na cor do período menstrual, como parte de uma campanha cujo objetivo é estimular as pessoas a falarem de forma mais aberta e sem preconceitos sobre a menstruação. Também em 2019 foi premiado com um Oscar o documentário ‘Período. O Estigma da Menstruação’, que aborda este tema mostrando como ainda é um grande tabu na Índia e como algumas mulheres se dedicam a fabricar pensos higiénicos a baixo custo, permitindo-lhes alguma independência financeira. A argumentista e realizadora portuguesa Tota Alves viu-o e ficou desiludida por nunca se ver nem um pingo de sangue menstrual – já reparou que nos anúncios a tampões e pensos higiénicos o período é azul? Foi então que decidiu realizar o seu próprio documentário, ‘O Meu Sangue’, onde isso fosse encarado com normalidade. O documentário estreou na RTP em março de 2020. Ali, mulheres de várias idades e etnias falam sem pudor sobre o período e… vê-se sangue. Se está a torcer o nariz, não o faça antes de ver o documentário. É tudo natural, nós, mulheres, vêmo-lo todos os meses, na sanita, na banheira quando tomamos banho, nada tem de sujo ou de vergonhoso, um verdadeiro passo de gigante para normalizar o tema.
Outro passo importante que se deu no ano passado foi o de, em alguns países, como a Escócia e a Nova Zelândia, permitirem o acesso gratuito a produtos de higiene menstrual, chamando a atenção para o problema da pobreza menstrual, transversal a países mais e menos desenvolvidos e que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, impossibilitando-as de ir à escola e/ou ao trabalho porque não têm dinheiro para comprar pensos higiénicos ou tampões. Em Portugal, em 2020, foi apresentado um projeto de resolução na Assembleia da República para recomendar a gratuidade dos produtos de recolha menstrual nas escolas e centros de saúde (à semelhança do que acontece com a pílula contracetiva e preservativos). Só agora é que há uma data, aparentamente, a partir de setembro… esperemos que assim seja.

“As mulheres saudáveis têm ciclos assintomáticos, que ocorrem em janelas de 25 a 35 dias, sem dor e o sangue é encarnado, fluido, sem coágulos…”
Patrícia Lemos, do Círculo Perfeito

Acabar com o estigma
Apesar de todos estes avanços substanciais, ainda não temos o à-vontade para olhar para a menstruação com a naturalidade devida, senão não sentiríamos necessidade de pedir em voz baixa à colega do lado se tem um penso higiénico ou tampão porque o período apareceu inesperadamente, e não recearíamos ficar com a roupa suja de sangue por causa de um percalço, como não sentimos esse receio se nos cortarmos e sujarmos uma manga com sangue, por exemplo.
Lembra-se de como era uma vergonha imensa pedir ao professor de Educação Física – um alívio quando era uma professora –, por meias palavras, para assistirmos só à aula ou fazer uma versão mais leve porque estávamos com o período? Para as mais envergonhadas, o assunto era arrumado com uma falta. Ainda hoje isso acontece com as adolescentes, muitas têm esse pudor. “É verdade que a menstruação é algo natural, e é normal que no primeiro ou segundo dia do fluxo queiramos é estar sossegadas. Mas há uma grande dificuldade em falar nisto a céu aberto por causa da etiqueta social. Mas porquê? Se eu tivesse comido alguma coisa que estivesse estragada e me provocasse uma diarreia não teria tanto pudor. Temos de entender que de facto há coisas que estão presas a outros entendimentos e que temos de nos libertar. Continua a ser difícil, mesmo nas adolescentes entre elas, falarem de período. Há sempre alguém que não sabe bem o que é ou que tem pouca informação vinda de casa. Nas escolas, também não há grande informação, e o que elas ouvem nas aulas de Ciências é que as raparigas têm o ciclo menstrual para depois fazerem bebés. Mas elas não têm o ciclo menstrual agora para ter bebés! Ninguém quer ser mãe no 8.º ou no 9.º ano. Isto é uma resposta que o corpo dá em termos de maturação para que, eventualmente, dali a 10 anos, consiga reproduzir-se. Só aí estará na fase ótima de reprodução. Temos de escoar as questões do ciclo menstrual, da sexualidade e do aparelho reprodutor, dar outro enquadramento ao ciclo menstrual para que as raparigas sintam que têm um bom ambiente para menstruar e para os rapazes perceberem o que isto é, sem haver aquele desconforto. Já sabemos como os adolescentes têm uma forma peculiar de lidar com o desconforto, que é fazendo piadas, e isto acaba por se tornar num círculo vicioso: para não se ser gozado, não se fala no assunto… É preciso que os professores, adultos, orientadores, se disponibilizem para trazer o tema a debate de forma a desestigmatizar”, defende Patrícia Lemos, educadora para a saúde menstrual e autora do livro para adolescentes, ‘Período, um guia para descomplicar’.

Conhecer o nosso corpo
Foi há cerca de 14 anos que Patrícia Lemos criou o Círculo Perfeito, um projeto pioneiro em Portugal para a educação menstrual, manutenção de fertilidade e literacia de corpo. “O Círculo Perfeito surgiu porque no decorrer do meu trabalho estava a acompanhar, em ambiente terapêutico, casais em procriação medicamente assistida (PMA), e apercebi-me que havia uma enorme lacuna em termos de informação sobre o ciclo menstrual e sobre os fatores de impacto na fertilidade. Esta plataforma foi criada para divulgar informação com base científica mas sem jargão clínico, de forma muito acessível. Mas se ao princípio era muito contactada por casais em PMA, ou por mulheres que tinham deixado de tomar a pílula e não tinham períodos, ou porque queriam engravidar e não conseguiam, ou seja, havia sempre alguma urgência e problemas associados. Nos últimos anos, as coisas têm vindo a mudar, são cada vez mais mulheres encaminhadas pelos seus médicos para conhecerem melhor o seu ciclo menstrual, porque querem parar a contraceção hormonal e aprender a fazer a monitorização do ciclo, seja para engravidar ou não, e muitas mães com filhas a entrar na puberdade que querem perceber melhor como funciona o ciclo para poderem falar com as filhas.” São três as perguntas que Patrícia mais ouve nas suas consultas: porque não tenho período, porque tenho dores, porque não engravido. “A maioria das pessoas não engravida porque não sabe o que está a fazer e acredita que a janela fértil é numa altura quando claramente não é. Aliás, não imagina a quantidade de mensagens de mulheres a dizer que testaram positivo, gravidez, claro, só por lerem o e-book gratuito que eu tenho no site do Círculo Perfeito. São dezenas ao ano. Ou aquelas que me dizem ‘eu estava a fazer isto pela app e depois começámos a fazer a monitorização e a prestar atenção aos indicadores e foi um instante’. Há muitas ideias feitas… erradas porque não se conhece o corpo nem como o ciclo menstrual funciona.”

“É importante saber como o ciclo funciona”
Para a educadora de saúde menstrual há várias informações básicas que as mulheres devem saber sobre o ciclo menstrual: “Não é uma doença e é sempre um sinal de saúde. As mulheres saudáveis têm ciclos assintomáticos, sem dor, ocorrem em janelas de 25 a 35 dias, o sangue é encarnado, fluido, sem coágulos, não provoca nenhum tipo de sintomas, psicoemocionais ou físicos. Isto é o ciclo menstrual que está disponível para todas as mulheres.” Patrícia sublinha, no entanto, que nem todas temos ciclos de 28 dias com ovulações a dia 14 de ciclo, há fatores externos que influenciam a ovulação, desde o stresse à alimentação (em excesso ou carência), ao exercício físico (exagerado), se está a tomar medicação ou viajou de avião.“Se houver dor forte e incapacitante, se há hemorragias incontroláveis, falha ovulatória constante, então é porque há um problema de saúde e deve ser tratado por um ginecologista ou endocrinologista. O ciclo menstrual deve ser encarado como encaramos a digestão, ela é suposto acontecer sem eu ter consciência dela, a não ser que me dê problemas e aí tenha de perceber o que me fez mal. Temos de ter consciência do que é o ciclo menstrual, que a forma como nos alimentamos e o nosso estilo de vida tem impacto. No fundo, conhecer o nosso ciclo menstrual é um convite à responsabilidade de cada uma”, remata Patrícia Lemos.

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