A géologa marinha Raquel Costa (Fotos: Luís Coelho)

Encontrámo-nos com Raquel no EMEPC (Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental), localizado no quartel militar em Paço d’Arcos. Primeiro as fotos e depois a entrevista, combinou-se. E para a fotografia Raquel fez questão de nos dar a conhecer o ROV Luso, um submarino que tem contribuído para o nosso, cada vez maior, conhecimento dos fundos marinhos da costa portuguesa. Entre um flash e outro, juntou-se a nós um colega de Raquel que tinha chegado há pouco de uma viagem exploratória e nos mostra um “nódulo polimetálico” (penso que foi isso que lhe chamaram) retirado do fundo do mar. Impressiona e é um privilégio ter na mão algo que ‘viveu’ várias centenas de metros abaixo do nível da água durante muitos e muitos anos. Raquel vai explicando, de uma forma simples, os processos geológicos daquele nódulo. A paixão que tem por esta área de estudo é evidente, mas as preocupações também. Venha daí conhecê-las.

A pergunta é básica, mas tenho de a fazer, o que faz uma geóloga marinha?
De uma forma muito simples, uma geóloga marinha estuda a geologia do que está por baixo da água do mar. Sobretudo em Portugal, os geólogos marinhos estudam tudo o que existe a partir da praia para dentro de água, quer seja perto ou longe da costa portuguesa, tudo o que está por baixo de água na ilha da Madeira ou arquipélago dos Açores. Estudamos as rochas e os processos geológicos dessas zonas.

Então há muito para estudar…
Sim, são zonas com processos geológicos muito complexos e como estão debaixo de água são mais difíceis de estudar. Uma coisa é em terra, em que podemos ir por exemplo para uma montanha e vemos as rochas e os processos que ficaram registados nas rochas, os afloramentos… e conseguimos contar uma história. No mar, é muito mais complicado. Não somos sereias por isso precisamos de equipamentos tecnológicos avançados para conseguirmos estudar os fundos marinhos.

Explorar o inexplorado, é quase como no tempo dos Descobrimentos!
Sim, e eu tive uma sorte gigante, sou uma das mulheres privilegiadas em Portugal que teve a oportunidade de ir ao fundo do mar no submarino Nautile, há alguns anos. Foi uma experiência incrível porque durante quase oito horas mergulhei a mais de 3 mil metros de profundidade. Acho que foi essa experiência que mais marcou a minha vida profissional.

De que forma?
Quando chegamos ao fundo do mar estamos sozinhos – bem, estava comigo o piloto e o copiloto do Nautile – mas lembro-me de ter pensado ‘tenho 3 mil metros de água por cima de mim e estou num sítio onde ninguém esteve’. É incrível! Senti, ao contrário do que estava à espera, uma grande paz, tranquilidade, como se estivesse mesmo bem naquele meio. E para alguém que é geóloga marinha foi espetacular, estar a uma profundidade onde é noite cerrada, a luz solar não entra a 3000m, só temos as luzes do submarino para ver o que está à nossa frente. Como anda muito devagar, temos tempo para ver tudo, para fazer registos, tirar fotografias, apanhar rochas que depois, quando chegamos ao navio, observamos e vemos no microscópio, fazemos análises químicas para ver a origem das rochas, para ver se há algum processo químico que as transformou, estão ali porquê, etc., etc. Foi isso que eu fiz durante os primeiros anos da minha vida profissional.

Teve algum encontro imediato?
Vi um polvo cor-de-rosa que parecia que tinha asas, um peixe azul tripé, lindo, que parecia pousar no chão, um tubarão a dormir… tudo foi impressionante, a parte da geologia também foi brutal. Apanhámos rochas que nunca ninguém tinha visto! Rochas que vêm do manto, e não da crosta oceânica, e que depois foi preciso explicar como é que estas rochas aparecem à superfície. Conhecemos cerca de 5% dos fundos marinhos do mundo! Conhecemos mais a superfície da Lua do que o fundo do mar. Porque é tão profundo que é muito difícil o acesso e é perigoso, então vamos descobrindo lentamente.

É uma percentagem muito pequena realmente…
A profundidade média dos fundos marinhos do planeta é de 3 mil metros, é preciso tecnologia para lá chegar, para os conhecer.

Ao lado do ROV Luso, um submarino capaz de mergulhar até 6000m de profundidade e de recolher amostras

A zona costeira portuguesa é muito ou pouco conhecida?
É bastante conhecida, ao longo dos anos fomos trabalhando, não só em geologia mas também em oceanografia. Há muitas equipas científicas em Portugal que trabalham as zonas costeiras. O que não é conhecido é para lá da Zona Económica Exclusiva (ZEE) porque é mais fundo, mais longe de terra, é preciso um investimento maior para fazer esse trabalho.

Como surgiu esse interesse na geologia e na geologia marinha?
Surgiu no secundário, tive um professor extraordinário que nos levava para o campo, para Sintra e Guincho, partir rochas com um martelo e vê-las à lupa. Já na faculdade, foi o Professor Fernando Barriga, da Faculdade de Ciências, que tinha vindo do Canadá e trabalhava num processo geológico especialíssimo que ainda hoje me fascina: as zonas do fundo do mar onde há fontes hidrotermais. Ele dava umas aulas maravilhosas e eu pensei ‘é por aqui que quero seguir e trabalhar’.

Como era a sua relação com o mar antes e depois do curso?
Antes do curso era como a de qualquer português, acho, gostava de praia, íamos de férias sempre para perto do mar. Talvez aquilo que me distinga é que a minha avó era de Sesimbra, desde muito pequena que ia para lá, e lembro-me de ir nas traineiras com os meus primos para ver como era pescar, e levantar-me às 5h da manhã para ir com o meu pai à lota buscar peixe. Já no curso, o que mais me marcou foi quando fui para o mar, mais na altura do mestrado, mas acho que marcaria qualquer pessoa, uma coisa é estudar, outra é experienciar.

E o que aconteceu depois do curso?
Fui convidada a dar aulas uns anos, depois engravidei, saí e vim trabalhar no Projeto de Extensão da Plataforma Continental.

Do que trata esse projeto?
Como eu trabalhava em geologia marinha em zonas onde havia recursos minerais, pediram-me para fazer uma avaliação do potencial de exploração de metais numa área determinada que era confidencial. Fiz esse estudo e depois convidaram-me para trabalhar no projeto da extensão da plataforma continental, com uma equipa fantástica e multidisciplinar – de juristas a oceanógrafos e engenheiros, passando por pessoas que trabalharam na Marinha muito tempo e com uma experiência de mar incrível, e muito mais. Durante anos preparámos vários dossiês com a proposta de Portugal estender o território marítimo para além da ZEE. É uma espécie de conquista territorial baseada em fundamentos científicos. Isto é uma possibilidade dada pelas Nações Unidas a todos os países que têm costa, cumprindo, claro, uma série de critérios. Para se ter uma noção, a primeira proposta era de uma extensão que unia o arquipélago dos Açores à Madeira e ao continente, quase do tamanho da Índia.
Entregámos a primeira proposta em 2009 e depois tivemos de ficar em lista de espera porque há vários países a apresentar propostas. Enquanto esperávamos, continuámos a recolher mais dados para fundamentar cada vez melhor a nossa proposta. Agora é que está a ser avaliada, em 2023, e estamos à espera das primeiras recomendações para compreender se Portugal tem ou não direito àquilo que pediu. É um processo muito longo e diplomático. Deixa-me só dizer uma coisa importante para as pessoas perceberem melhor: na ZEE – Zona Económica Exclusiva – temos soberania sobre a coluna de água, solo e subsolo, na zona de extensão ‘só’ teremos soberania ou direitos sobre o solo e subsolo.

Portugal ficaria com um território marítimo imenso…
Para ajudar a compreender o que é isto da extensão da plataforma continental, decidimos que era necessário explicar às pessoas o que significava e o que é que os futuros cidadãos e gerações tinham à sua frente, tanto para proteger como para gerir. Como sempre gostei de ensinar, comecei a trabalhar nessa área da divulgação deste projeto e comecei a ir às escolas também. Percebi que em Portugal dizemos que somos um povo muito ligado ao mar mas no fundo não sabemos muito sobre ele, temos hábitos e tradições culturais que não são as melhores para a sustentabilidade do planeta e dos oceanos, e comecei a enveredar por aí.

A geóloga marinha Raquel Costa e ao fundo o ROV Luso (Remote Operated Vehicle)

Foi quando nasceu a Escola Azul?
Foi o embrião, a Escola Azul – um programa sobre literacia, educação marinha – nasceria oficialmente em 2017, mas começámos por fazer projetos com escolas para mostrar o que era fazer ciências do mar, levámos alunos e professores a bordo de navios para perceberem o que era fazer investigação sobre o mar. Até nos associámos a outras entidades que também faziam atividades ligadas à educação marinha, trocámos muitas experiências com a Ciência Viva, com o Oceanário de Lisboa… Descobrimos também que na Europa se falava num conceito que era a Escola Azul, mas que não tinha ido avante porque não houve consenso nos diferentes países. Então decidimos nós experimentar em Portugal. Reunimos uma série de pessoas que têm intervenção direta na educação e no mar, juntámo-nos, e durante uns 6 meses debatemos ideias, conceitos e metodologia. Foi assim que nasceu o projeto Escola Azul. No ano-piloto trabalhámos com 20 escolas, com professores maravilhosos muito proativos que conseguiam fazer coisas incríveis.

E como tem sido recebido este projeto?
Sempre houve iniciativas sobre educação marinha ligadas aos mais jovens, mas não tinham impacto. Neste caso, como as iniciativas não são pontuais, é um trabalho continuado, ao longo do ano, faz diferença, cria-se um vínculo, uma ligação mais emocional ao mar e nós protegemos o que amamos, aqui é a mesma coisa.
Ao longo de 5-6 anos, fizemos crescer o projeto. Atualmente, trabalhamos com mais de 3 mil professores, 350 escolas e 115 parceiros. Temos uma grande proximidade com os professores, estamos em contacto com eles em permanência, quer por whatsapp, email, redes sociais ou telefone. Juntamos as ideias, inspirações e vontades de professores e alunos às entidades parceiras, como o Oceanário, Ciência Viva, Geota, Águas de Portugal ou escolas de surf… Há mais de 500 atividades que se oferecem às escolas.

Tem sido um sucesso…
Correu tão bem que a Unesco considerou a Escola Azul de Portugal um programa pioneiro na literacia do oceano. Há 3 anos, a UE fez um concurso para criar a Escola Azul europeia com base no nosso modelo, e criámos a rede Atlântica de Escolas Azuis.

Já se nota mudanças nos mais jovens?
Sim, neste momento estou a fazer o meu doutoramento sobre a Escola Azul, e o que vejo é uma consciência maior, mais nos pequenos e um bocadinho menos nos adolescentes, o que é normal em qualquer investigação que pretenda mostrar mudanças. Mas vê-se maior consciência e mudança de atitudes que não implicam mudanças de comportamento… ainda. Em relação aos professores, também fiz essa análise, e é gratificante ver que a Escola Azul fez com que tivessem melhores níveis de literacia do oceano, inclusivamente mudanças de comportamento. É importante mostrar à sociedade a importância do mar para a nossa vida. Se não houvesse mar, nós não estaríamos cá.

Não é só para pescar peixe para comermos…
Não, cerca de 50% do oxigénio que respiramos vem do mar, não vem da floresta. O mar é que equilibra a quantidade de CO2 que há na atmosfera, absorve CO2 e por isso é que há também a acidificação dos oceanos. E as pessoas não sabem isto. O oceano dá-nos muito mais do que nós temos noção, e o impacto que temos no oceano também é muito grande.
Uma mudança de consciência, atitude e comportamento não acontece num dia, nem num ano, muitas vezes é preciso gerações para se conseguir mudar mentalidades. E depois há que ter em conta os valores pessoais de cada uma, os princípios, a cultura, a experiência de vida, e isso também afeta a forma como vemos o ambiente e em particular os oceanos. É preciso perceber como se chega às pessoas e como se consegue mudar os seus comportamentos, e dá para ver que não é muito fácil porque somos animais de hábitos muito enraizados.

“50% do oxigénio que respiramos vem do mar, não vem da floresta. O mar é que equilibra a quantidade de CO2 que há na atmosfera.”

Nem mesmo vendo o impacto que causa o nosso comportamento?
Nós vemos, não gostamos do que vemos, mas depois dá muito trabalho mudar de comportamento e não pensamos, nem quando vamos às compras, por exemplo. Por que trazemos uma salada embalada ou um alho francês cortado e embalado? Quanto tempo demora a cortá-lo em casa? É neste tipo de coisas – e noutras – que a Escola Azul e a literacia marinha pretende intervir.

A Raquel mudou o seu comportamento?
Sim, claro, vou dar um exemplo: há uns anos eu dizia facilmente ‘só como peixe de mar’, e hoje em dia não digo isso, porquê? Porque não posso comer peixe de um tamanho mínimo de captura e porque o peixe de aquacultura, se for bem feita, e a nossa é boa, previne a extinção de espécies. A literacia do oceano também tem tido impacto nos pescadores. Por exemplo, ontem [dia 2 de maio] abriu o período de pesca da sardinha e ouvir um pescador, como eu ouvi, dizer que devolveu ao mar a sardinha que pescou porque era muito pequena, deixa-me muito orgulhosa. É uma mudança de comportamento brutal, não é só uma mudança de atitude. Uma mudança de atitude é, por exemplo, eu sei que não devo pescar peixe pequeno e preocupo-me com isso, mas quando vou pescar, pesco. Mudança de comportamento é: eu deixei de pescar peixe abaixo do tamanho de captura. Chamar os pescadores para junto dos cientistas, para trabalharem em conjunto, é uma mudança fundamental na sociedade. Há cada vez mais estas sinergias e estas fusões de conhecimento. O conhecimento científico é importante e fundamental, mas o conhecimento tradicional também.

Há um interesse cada vez maior na geologia marinha devido aos recursos minerais, não é?
Há uma parte da geologia que é muito importante e polémica atualmente que é estudar os recursos minerais. Existe todo um manancial de recursos minerais nos fundos marinhos que são essenciais à nossa vida dita sustentável e verde.

A energia verde precisa de minerais?
Sim, a energia verde precisa de baterias e estas precisam de metais. Vamos buscar em terra onde ainda existem, o problema é que os recursos são finitos e portanto há um equilíbrio difícil de atingir, que é: precisamos de energias verdes porque o petróleo e o gás são poluentes e causam um impacto gigante nas alterações climáticas, mas, por outro lado, para as tais energias verdes, temos de ir buscar metais. E isso causa impacto em terra e no mar, na biodiversidade e na qualidade de vida. O que é sustentabilidade? É a tentativa de arranjar equilíbrios e isso não é nada fácil.

Mas quando há exploração, a biodiversidade sofre um impacto brutal, e isso não é aceitável…
No mar dos Açores é proibida a exploração mineira até 2050, o que eu entendo porque é uma zona onde há uma biodiversidade incrível e a biodiversidade marinha impacta depois em tudo. Se morre a base da cadeia, morrem todos os sistemas, é um ecossistema e tudo interfere em tudo. Há esse cuidado em não explorar certas zonas dos mares que são chamadas áreas marinhas protegidas em que ninguém pode tocar em nada. Atualmente, houve notícias ótimas em que foi aprovada a criação de áreas marinhas protegidas para cobrir 30% dos oceanos!

Aquele tratado da ONU com 15 anos de negociações?
Exatamente. Tudo demora muito tempo porque há uma série de lobbies. E há coisas que nos países desenvolvidos não nos lembramos: há povos que vivem do mar e tem de se ter isso em conta. Um exemplo: em São Tomé, muitas pessoas vivem da pesca. Vamos tirar essa capacidade a um povo que sai de canoa para ir pescar? Há decisões que têm impacto nas comunidades e portanto criar leis comuns a todos não é fácil.

Tem esperança de que os mares, mesmo os ‘doentes’
consigam recuperar?
Sou muito otimista. Há imensas experiências de zonas que estavam doentes e que recuperaram em pouco tempo. A Natureza é incrível. Quando nós, humanos, não interferimos, ela recupera muito bem, quer em terra, quer em mar. Não podemos é chegar tarde demais.

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