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NORTE

Alijó • Trilho do Vale do Tua + Trilho Vale de Santa Catarina
Percursos: 11km+7km • Dificuldade: baixa

Dois trilhos que se fazem de seguida (se tiver pernas para isso), ou em duas vezes, se não está habituada a estas andanças. Comece junto à antiga estação de caminhos de ferro de Abreiro, siga para a Ponte, de onde tem uma vista privilegiada sobre o vale. Aliás, ao longo destes trilhos o que não faltam são paisagens de cortar a respiração e instagramáveis. Este percurso circular demora de 4h30 a 7h (se optar pelos dois trilhos) a percorrer.

Alijó – Trilho Vale do Tua (Foto: Lucília Monteiro/Visão)

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Caminha • Trilho da Pedra Alçada
Percurso: 11,5km • Dificuldade: moderada

A meio caminho entre Viana do Castelo e Caminha, (para o interior) fica a serra da Arga, e é junto à Igreja d’Arga de São João que está o local de partida da nossa pequena rota. Este circuito circular, classificado como ecológico-panorâmico, pode ser feito em 4-5h, sendo que tem algumas subidas que podem atingir os 750m de altitude, mas vai valer a pena ter diante de si uma vista espetacular e ampla sobre o mar e a foz dos rios Minho e Coura.

Caminha – Trilho da Pedra Alçada (Foto: Diogo Baptista/Visão)

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Monção • Trilho Caminhos dos mortos
Percurso: 13km • Dificuldade: baixa

O nome pode ser mórbido mas deve-se ao facto de antes da construção das vias rodoviárias ser este o caminho por onde passavam os funerais até à igreja paroquial. O percurso tem início a 1km de Tangil, junto à Capela do Senhor dos Passos, e costuma ser percorrido em 5h. Garantimos que ficará deslumbrada com os exuberantes bosques de carvalhos e freixos.

Monção – Trilho Caminhos dos Mortos (Foto: DR)

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CENTRO

Arouca • Passadiços do paiva
Percurso: 8,7km • Dificuldade: moderada

Impossível falar em caminhadas sem incluir os incontornáveis passadiços de madeira na margem do rio Paiva, em pleno Arouca Geoparque. São 17km (ida e volta) de caminhos serpenteantes por meio de árvores, sobre rochas, em desfiladeiros ou suspensos, sempre com paisagens assombrosas. E já que aqui está, porque não passar pela maior ponte suspensa do mundo, a 516 Arouca? Marque a visita com antecedência.

Arouca – Passadiços do Paiva (Foto: Divulgação)

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Idanha-a-Nova • Rota dos fósseis
Percurso: 3km • Dificuldade: baixa

Com a partida a dar-se no Largo do Chão da Igreja de Penha Garcia (concelho de Idanha-a-Nova) este pequeno trilho leva-nos numa viagem no tempo, há 500 milhões de anos, quando o território estava submerso e era habitado por trilobites, seres primitivos que ali deixaram os seus vestígios fossilizados. Pelo caminho ainda pode ver antigas casas de moleiros r pequenas cascatas que vão dar a uma piscina fluvial, convidativa no tempo quente.

Idanha-a-Nova – Rota dos Fósseis (Foto: DR)

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Seia • Rota Garganta do Loriga
Percurso: 9km • Dificuldade: elevada

Ora aqui está um trilho para os caminhantes mais experientes e que têm bom pulmão. É um percurso de montanha linear que liga o planalto superior da serra da Estrela à vila de Loriga. A Garganta do Loriga é um vale de origem glaciar, com uma série de depressões esculpidas pelo gelo a que dão nome de covões (do Meio, Boieiro, da Nave e da Areia) no qual se alojam algumas espécies raras de fauna e flora. As paisagens são soberbas e não se espante se se cruzar com um pastor, dado que alguns ainda por ali passeiam os seus rebanhos. O percurso demora 3h30 e aconselha-se o sentido descendente (Salgadeiras para Loriga).

Seia – Rota Garganta do Loriga (Foto: DR)

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SUL

Mértola • Rota do Minério
Percurso: 14km • Dificuldade: baixa

As Minas de São Domingos podem parecer um cenário apocalítico mas são superinteressantes para explorar a pé. Desde o tempo dos Romanos que é um local de extração mineira, mas em meados do séc. XIX instalou-se ali a companhia britânica Mason & Berry, até 1966. Na localidade pode ver-se o contraste entre as casas dos antigos mineiros e as dos administradores da mina. O percurso é feito ao longo da antiga linha férrea até Santana das Cambas, de onde pode regressar a Minas de São Domingos por antigos trilhos de contrabando.

Mértola – Rota do Minério (Foto: Inácio Ludgero/Visão)

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Odemira • Rota Barragem de Santa Clara
Percurso: 10km • Dificuldade: baixa

Aquela que outrora foi a maior barragem portuguesa parece hoje um imenso lago de pura calmia, que dá à aldeia de Santa Clara-a-Velha um ar de quase intemporalidade. Este é um percurso circular (parte integrante da Rota Vicentina) que se faz sem grande esforço e torna-se um passeio muito bucólico, sobretudo onde a vegetação é abundante, na zona que circunda a albufeira e junto às margens do rio Mira. Não deixe de passar pela aldeia, para conhecer a igreja e a Ponte D. Maria.

Odemira – Rota Barragem de Santa Clara (Foto: DR)

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Lagoa • Rota dos 7 vales suspensos
Percurso: 5,5km • Dificuldade: moderada

É certamente um dos trilhos mais bonitos da região algarvia já que o percurso é feito junto à costa, desde a praia da Marinha à praia Vale de Centeanes. Não se desvie do troço indicado, nem para tirar fotografias, porque pode tirá-las às centenas nos diversos miradouros que existem ao longo do percurso. Com pausas contemplativas e fotográficas, conte com aproximadamente 5h de duração.

Lagoa – Rota dos 7 Vales Suspensos (Foto: José Caria/Visão)

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EM FAMÍLIA

Passeio Pedonal Ribeirinho Vila Franca de Xira-Alhandra
Percurso: 3,2km • Dificuldade: baixa

É daqueles passeios para toda a família, dos avós aos netos, a pé ou de bicicleta, com o rio a banhar as margens deste percurso simples e plano. Uma paisagem privilegiada e bancos em madeira para quem quer prolongar o olhar pela Lezíria, estuário e mouchões. O percurso pode começar na biblioteca vilafranquense ‘Casa das Palavras’ até à Casa Museu Dr. Sousa Martins em Alhandra, ou vice-versa.

Vila Franca de Xira – Passeio Pedonal Ribeirinho (Foto: DR)

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Parque Ribeirinho Estuário do Tejo
Percurso: 5,6km • Dificuldade: baixa

Mais um percurso pedonal (e ciclovia) às portas da capital que junta campo, beira rio e muita natureza através de troços de terra batida e passadiços de madeira. Que tal começar pela praia dos Pescadores? Dali pode seguir para o parque urbano da Póvoa de Santa Iria (Trilho da Póvoa), ou optar pelo Trilho do Tejo, depois o do Forte da Casa ou Verdelha.

Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo (Foto: Marcos Borga/Visão)

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Parque Biológico de Gaia
Percurso: 3km • Dificuldade: baixa

Mais a norte temos esta reserva natural que se foca na preservação e educação ambiental com 35ha, onde vivem mais de 200 espécies animais. Um pequeno oásis em meio urbano, num percurso que vai fazer as delícias de toda a família.

Parque Biológico de Gaia (Foto: DR)

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Passadiços de Esmoriz
Percurso: 8km • Dificuldade: baixa

Também a norte temos este trilho circular, com várias entradas, na Barrinha de Esmoriz, ou, como também é conhecida, Lagoa de Paramos. Trata-se de uma área protegida de quase 400ha e que consiste numa lagoa costeira que comunica ocasionalmente com o mar.

Passadiços de Esmoriz (Foto: Lucília Monteiro/Visão)

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MADEIRA

Porto Santo • VEREDA DO PICO BRANCO E TERRA CHÃ
Percurso: 3km • Dificuldade: moderada

A ilha de Porto Santo pode não ser grande, mas é rica em beleza natural. O percurso é curto mas atenção, como é linear significa que regressa pelo mesmo caminho (total de 6km). Assim até tem oportunidade de voltar a visitar os diferentes miradouros naturais com vistas de cortar a respiração (como o Calhau da Serra Dentro ou o Pico do Concelho ou Ilhéu de Cima) e observar com calma a vegetação autóctone.

Porto Santo – Vereda do Pico Branco e Terra Chã (Foto: Gonçalo Santos/Visão)

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MADEIRA • VEREDA DOS BALCÕES
Percurso: 1,5km • Dificuldade: baixa

Trata-se de outro trilho pouco extenso, mas como tem de regressar ao ponto de partida perfaz um total de 3km, que se faz bem em 1h30. O Miradouro dos Balcões é um dos pontos altos do trilho, famoso pela incrível vista panorâmica sobre o vale da Ribeira da Metade. Aqui, se o tempo deixar, também poderá ver o Pico do Areeiro, o Pico Ruivo e a formação geológica Penha d’Águia. Quem gostar de flores vai poder apreciar ao detalhe as espécies arbóreas indígenas.

Madeira – Vereda dos Balcões (Foto: Gonçalo Santos/Visão)

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MADEIRA • LEVADA DOS CEDROS
Percurso: 7,2km • Dificuldade: moderada

Localizada na margem direita da Ribeira da Janela, esta é uma das levadas mais antigas (construída no séc. XVII) e das mais frequentadas. Leva-se cerca de 3h a percorrê-la (atenção que a altitude a que vai subir é considerável: 1090m) e deve ter como ponto de partida o Fanal, uma zona que atravessa a floresta de Laurissilva e está classificada como Reserva de Repouso e Silêncio do Parque Natural da Madeira. Deixe-se encantar pela paisagem espetacular, mas não se desvie do percurso aconselhado.

Madeira – Levada dos Cedros (Foto: Gonçalo Santos/Visão)

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AÇORES

São Miguel • Trilho da Vista do Rei
Percurso: 7,7km • Dificuldade: baixa

Sabia que o miradouro tem este nome porque em 1901 o rei D. Carlos I e a rainha D. Amélia passaram por ali? Dali apreciaram a vista única sobre a cratera das Sete Cidades, um dos vários ex-líbris dos Açores. Saia do miradouro percorrendo as cumeeiras das Sete Cidades, observando de perto o interior da caldeira e das diferentes lagoas e formações vulcânicas, até ir dar à freguesia com o mesmo nome.

Açores – Trilho Vista do Rei (Foto: DR)

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São Jorge • Trilho da Serra do Topo
Percurso: 10km • Dificuldade: moderada

Comece esta caminhada (rota linear) no Parque Eólico da Serra do Topo e ‘mergulhe’ na luxuriante vegetação desta ilha açoriana sem perder de vista as cascatas de águas cristalinas. Depois de uma descida íngreme vai dar à espetacular Fajã de Santo Cristo e um pouco mais abaixo ao Santuário e Lagoa com o mesmo nome. O destino é a Fajã dos Cubres, uma das mais bonitas, bem preservadas e, claro, com uma vista arrebatadora sobre o Atlântico. São 2h30 de natureza em estado puro.

São Jorge -Trilho da Serra do Topo (Foto: Diana Tinoco/Visão)

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Terceira • Trilho dos Mistérios Negros
Percurso: 5km • Dificuldade: elevada

Esta rota pedestre circular está situada na reserva natural da serra de Santa Bárbara e dos Mistérios Negros do Parque Natural, e tem como ponto de partida a Lagoa do Negro. Depois de passar pelas Lagoinhas do Vale Fundo vai dar às formações vulcânicas que inspiraram o nome do trilho, dado que são formações rochosas de origem vulcânica (da erupção de 1761) que ainda não estão cobertas por vegetação. Siga depois caminho para observar o maciço central, a mata das Criptomérias e o Pico Gaspar, terminando com uma visita à Gruta do Natal, um tubo de lava com 697m.

Terceira – Trilho dos Misterios Negros (Foto: DR)




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